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Seriados policiais imitam a vida real
NBC exibe final da temporada de The Voice
(Foto: Divulgação)
Na última noite de
terça-feira, 19 de junho, foi ao ar pela NBC a final do The Voice USA. O
reality show que revela talentos musicais, virou um sucesso nos EUA e ganhou
versões para outros países como, Inglaterra, Austrália, Argentina e mais
recentemente aqui no Brasil.
A vencedora desta temporada foi Danielle Bradbery (team Blake) a cantora mais jovem da competição. Entre os
finalistas também estavam a dupla country, The Swon Brothers (team Blake), e
Michelle Chamuel (team Ushear). Danielle
que rapidamente se tornou queridinha do público era uma das principais favoritas
a ganhar o programa.
Na grande noite da final,
como de costume alguns artistas convidados se apresentaram no palco do The Voice,
e rolou até performances junto com os finalistas do reality. Entre os cantores
convidados estavam Cher, Bruno Mars, Pitbull, OneRepublic, Hunter Hayes, Bob Seger,
Florida- Georgia Line e Nelly.
Nesta temporada os coachs
(treinadores) Christina Aguilera e Celo Green, que participaram das três
primeiras edições, deixaram o programa temporariamente e foram substituídos
pela cantora colombiana, Shakira, e o cantor pop, Usher. O vocalista da banda Marron 5, Adam Levine, e
o cantor country Blake Shelton, completam o quadro de treinadores vocais, ambos
presentes nas quatro edições realizadas até agora.
O The Voice Austrália que
está em sua segunda edição, está semana também transmitiu o último episódio da
temporada. Os treinadores Rick Martin, Seal, Joel Madden e Delta Goodrem
realizaram performances ao vivo e anunciaram o vencedor elegido pelo público, o
jovem Harrison Craig.
Top 7: Os filmes de maior bilheteria
O Portal J4 trás para você no quatro Top 7 os filmes com a maior bilheteria até junho de 2013.
3º: Os Vingadores, 2012 Walt Disney Pictures; Direção: Joss Wedon; Roteiro: Joss Wedon; Duncan Jones; Paul W. S. Anderson; Len Wiseman; Bilheteria: 1.511.757.910
4º: Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte 2, 2011; Warner Bros. Direção: David Yates; Roteiro: David Heyman, David Barron, J. K. Rowling. Bilheteria: 1.341.511.219
5º: O Homem de Ferro 3; Walt Disney Pictures; Direção: Shane Black; Roteiro: Shane Black; Drew Pierce; Bilheteria: 1.203.785.196
6º: Transformers - O Lado Escuro da Lua, 2011; Paramount Pictures; Direção: Michael Bay; Roteiro: Ehren Kruger; Bilheteria: 1.123.746.996
7º: O Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei, 2003; New Line Cinema; Direção: Peter Jackson; Roteiro: Peter Jackson, Fran Walsh, Philippa Boyens; Bilheteria: 1.119.929.521
1º: Avatar, 2009; 20th Century Fox; Direção: James Cameron; Roteiro: James Cameron; Bilheteria: US$ 2.782.275.172
2º: Titanic, 1997; 20th Century Fox / Paramount; Direção: James Cameron; Roteiro: James Cameron; Bilheteria: US$ 2.185.372.302
Bruno Quaresma
The Newsroom | Crítica
22:12
Entretenimento
Não há meio termo dentro da redação de Aaron Sorkin
Poucas pessoas, pra não dizer ninguém, são capazes de entender a mente de Aaron Sorkin. Ateu, praticamente um cientista político, preso algumas vezes por posse de drogas, fuma todos os cigarros do mundo para escrever e não liga muito para seus fracassos. Uma prova disso é que ele nunca mudou seu estilo. Todos os seriados que criou – e roteirizou – tem basicamente o mesmo formato. Sorkin gosta muito do “Walk and Talk”, uma
técnica bastante complicada na qual o roteirista combina uma grande quantidade de atores se expressando numa ordem complexa, com diálogos intrincados e cenas com poucos cortes. Praticamente tudo o que Sorkin escreve tem essa mesma receita: Conflitos políticos e midiáticos + Walk and Talk, e The Newsroom não é diferente.
A história se passa na redação do telejornal “The News Night”, transmitido pela fictícia AWM – Atlantis World Media, uma emissora de televisão por assinatura. É a primeira vez que Sorkin se volta para o ambiente jornalístico da TV desde o finado “Sports Night”, o primeiro seriado que criou, uma comédia que mostrava os bastidores de um programa esportivo.

A redação do News Night é comandada pelo experiente Will McAvoy, um jornalista esquentado, implacável e altamente volátil, uma versão do Dr. House sempre de mau humor. Aliás, cabe aqui outra comparação. Assim como McAvoy domina seu jornal, o Jeff Daniels ator que interpreta o personagem, certamente a grande surpresa da série, parece comandar seu seriado. Numa deliciosa sintonia entre ele e a cabeça lógica de Sorking, Daniels assume o lugar de McAvoy saindo do limbo em que se afundou com suas comédias pastelão. Ele já não é mais um “debi-loide”.

O conflito central acontece quando McAvoy entra em sua redação e percebe que ela está vazia. Depois de algumas reviravoltas, é avisado que toda a sua equipe se transferiu. Ninguém gostava de trabalhar para ele. Mas nada é tão ruim que não possa ficar pior. McAvoy tem que engolir a contratação de sua ex-namorada, MacKenzie McHale (Emily Mortimer), uma produtora competente e cheia de energia e paixão pela profissão, que, assim como seu criador, escolhe seu pessoal com precisão cirúrgica.
É claro que surpresas são as únicas coisas que não se pode esperar de um roteiro escrito por Aaron Sorkin. Ele detesta surpresas. Em seu filme de maior sucesso, todos já sabiam o final: “A Rede Social”. No entanto, não estou falando sobre esse tipo de surpresas. Ao ouvir que Sorkin está trabalhando em um projeto novo, já dá para ter a certeza que poucas surpresas virão sobre os atores que escolhe, todos muito bem escolhidos, diga-se de passagem. É como um joalheiro que escolhe suas joias com cuidado maternal. Ele parece escrever sobre seus personagens já inspirado no ator que escolheu para compor o elenco. Assistir aos conflitos caóticos do The Newsroom é como estar perdido em uma sinfonia de Bethoven e ouvir a cada uma das notas tomarem seu lugar diante da maestria da composição.
The Newsroon prende o telespectador para o primeiro episodio no silêncio que segue a declaração de McAvoy sobre os Estados Unidos dez segundos antes da marca dos cinco minutos de episódio: “Não é o melhor país do mundo...”. Norte-americanos assistem por que o odeiam, o restante do mundo assiste por que o ama. Sorkin faz questão de seguir esse caminho para nos últimos cinco minutos aprisionar o espectador a partir das reviravoltas que conduziu na redação do News Night com a descoberta do acidente na plataforma de petróleo da British Petroleum em 2010 – sim, The Newsroom se insere em notícias e acontecimentos reais. O telespectador que o odiava, passa a admirá-lo e o que o amava, ama muito mais.

The Newsroom é a série pré-estruturada mais gostosa de assistir que já vi. Sorkin escolhe atores carismáticos, força-os com o Walk and Talk numa história de bastidores e joga um conflito político por cima. Ele gosta de trabalhar, muitas vezes, com os mesmos atores e diminuir ao máximo os cortes em suas cenas. Coloca um jornalista no meio de uma crise entre os personagens para escrever uma reportagem que pode salvar ou afundar o programa retratado na série e senta para assistir o resultado. Nada em Newsroom é novo, embora possa parecer. A história é inteligente, e os diálogos são intensos. É difícil parar para pensar que ele já fez exatamente a mesma coisa no “Studio 60 on the Sunset Strip”, no “The West Wing” e no “Sports Night”. Quando você se dá conta disso, já está imerso na história sem chance de retorno.
The Newsroom só tem uma diferença dos outros seriados do Sorkin. É a primeira vez que ele faz isso. Todos os seus personagens são construídos para serem amados imediatamente, mas com McAvoy você pode escolher odiá-lo. Ele é o Michael Bay das redações, ou você ama ou odeia. Não tem meio termo.

The Newsrom volta na HBO USA no dia 14 de julho, ainda sem previsão para estreia no Brasil. Aaron Sorkin promete uma nova estrutura, um conflito que se estende por toda a temporada. Confira o primeiro trailer da segunda temporada abaixo.
The Newsroom só tem uma diferença dos outros seriados do Sorkin. É a primeira vez que ele faz isso. Todos os seus personagens são construídos para serem amados imediatamente, mas com McAvoy você pode escolher odiá-lo. Ele é o Michael Bay das redações, ou você ama ou odeia. Não tem meio termo.

The Newsrom volta na HBO USA no dia 14 de julho, ainda sem previsão para estreia no Brasil. Aaron Sorkin promete uma nova estrutura, um conflito que se estende por toda a temporada. Confira o primeiro trailer da segunda temporada abaixo.
Bruno Quaresma
Bon Jovi faz show no Brasil
10:15
Entretenimento
![]() |
| (foto: divulgação) |
Os fãs que não conseguiram comprar ingressos para o show do Bon Jovi no Rock in Rio, podem comemorar a oportunidade de assisti-lo em São Paulo. A banda de rock norte-americana - que em apenas duas horas esgotou os bilhetes para a apresentação no Rock in Rio- anunciou que fará um show no dia 21 de setembro no estádio do Morumbi.
HQ “proibido” da Vertigo chega ao Brasil
21:35
Entretenimento
![]() |
| (foto: divulgação)Rafael Silva |
“Atire”, história inicialmente proibida da Detective Comics
(DC), sob o título "Shoot", acaba de ganhar sua versão em português, pela Panini Comics. A HQ de
Warren Ellis toca numa das feridas americana: os tiroteios
ocorridos em escolas dos Estados Unidos.
Panini publica 1º casamento gay entre heróis
21:17
Entretenimento
Chegou ao Brasil a polêmica HQ da Marvel que traz o primeiro matrimônio entre super-heróis homossexuais. “X-Men Extra 136.1" mostra o casamento do mutante Estrela Polar e seu namorado Kyle Jinadu.
Dica Cultural: Como publicar seu livro
18:46
Entretenimento
Muitas pessoas sonham em escrever e publicar um livro. A
maioria desiste antes das dez primeiras páginas escritas. Os que realmente
levam a sério e conseguem escrever um livro vivem o sonho de publicar sua história
e vê-las nas prateleiras das livrarias. A verdade é que o mercado editorial é
um setor bastante concorrido e as chances de alguém conseguir publicar um livro
são poucas. No entanto, você pode aumentar as possibilidades se seguir algumas
dicas práticas.
Registre sua obra
A primeira coisa que um escritor deve fazer quando escrever
um livro é registrá-lo. Dessa forma, você garante todos os direitos autorais
daquilo que você escreveu no Brasil e em todos os países com os quais temos
relações diplomáticas. No Brasil, o primeiro que publicar uma obra sem registro
garante os direitos autorais. Para garantir que nenhum mal intencionado vá
fazer isso antes de você, basta você registrar seu livro na Biblioteca
Nacional. Entre no site http://www.bn.br/portal/?nu_pagina=28
e leia com atenção as orientações. Lá você poderá baixar o formulário, que deve
ser preenchido corretamente, e enviar para algum dos escritórios da BN no Brasi,l
juntamente com o comprovante de pagamento de uma taxa de 20 reais para cada
obra. Você vai receber seu certificado em até três meses pelo correio.
O livro A Batalha do Apocalipse do brasileiro
Eduardo Sphor foi registrado na Biblioteca Nacional
Eduardo Sphor foi registrado na Biblioteca Nacional
Seja humilde
Assim que receber o certificado de registro da Biblioteca
Nacional, você já pode procurar editoras sem correr o risco de ter a sua ideia
roubada, mas antes, tenha em mente uma coisa: Você não é J.K. Rowling, que fez
sucesso de primeira com o Harry Potter. Todo escritor quando começa acha que
sua obra é perfeita, quando na verdade ela é um caos na maioria das vezes. Você
deve ter humildade para aceitar o inevitável: sua história pode ser perfeita
para você, mas na realidade ela pode não ser tão boa. Quando você faz alguma
coisa pela primeira vez, dificilmente você vai se sair bem o suficiente para
concorrer com alguém. Então, quando você finalmente perceber que não vai
conseguir publicar seu primeiro livro, não desista por isso. Continue
escrevendo, pois a prática leva à perfeição.
Como foi dito, o mercado editorial é muito concorrido. Os
editores não perdem tempo em analisar obras que eles não sintam de primeira que
vai gerar algum lucro. Você deve fazer de tudo para que sua história fique
atraente o suficiente para esta primeira olhada.
A série de filmes do Harry Potter foram lançados enquanto
Rowling escrevia os livros subsequentes
Faça a revisão
Existem duas coisas que facilitam muito o trabalho dos
editores em escolher o que não vai ser publicado. A primeira, não
necessariamente nesta ordem, é a gramática. O editor que vai analisar a sua
obra não vai perder tempo com ela se vir erros de concordância e digitação logo
na primeira página. Ele vai jogar no primeiro latão de lixo que encontrar pela
frente e não vai nem ao menos avisá-lo disso. É assim que o mercado funciona,
então não economize na hora de contratar um bom revisor para dar um trato no
seu texto. Revisores cobram de três a quatro reais por página revisada. Caso
você não tenha dinheiro para isso, o jeito é pedir para algum conhecido ler a
sua história ou revisar você mesmo. Neste caso, fique alguns meses sem olhar
para o seu texto. Deixe seu cérebro esquecer o que escreveu e só então sente
para ler e reler sua obra.
Um bom exemplo de livro bem revisão é a trilogia O Senhor dos Anéis.
Apesar de grandes, os revisores conseguiram limpar o livro de erros gramaticais.
Corra atrás da publicação
Depois de registrado e muito bem revisado, é hora de sair
atrás da publicação do seu livro. E para isso você tem algumas possibilidades.
A primeira é publicar por conta própria. É a opção mais cara, mas também a que
mais rende dinheiro caso dê certo. Neste caso, os escritores criam a capa, as
ilustrações, diagramação, contratam os serviços de uma gráfica e saem vendendo
os livros que foram impressos. Imprimir um livro é bastante caro, por tanto
esta opção só compensa se você estiver a fim de imprimir dois ou três mil
livros e tiver muitos contatos para conseguir vendê-lo. Cuidado, existem casos
de escritores que moram com centenas de caixas de seus livros dentro de casa.
Livros religiosos e acadêmicos são as
principais obras publicadas por conta
dos autores
principais obras publicadas por conta
dos autores
Outra forma de publicar o seu livro é procurar editoras.
Essa é a maneira mais legal, porém a mais difícil também. Dessa forma você não
tem que se preocupar com nada. É só dar o texto para a editora. Ela vai
ilustrar, diagramar, criar a capa, imprimir e vender. É claro que nestes casos
o processo de seleção é muito rigoroso. Eles só vão imprimir alguma coisa que
eles têm certeza que vai vender. É aí que entra a segunda forma mais comum de
você ter o seu livro jogado fora. Você deve enviar sua obra somente para
editoras que publicam histórias que seguem a mesma linha da sua. Se você mandar
seu romance “Percy Jackson” para a editora Positivo, que publica livros
didáticos, eles não vão ler nem a segunda linha da sua sinopse. Então pesquise
editoras que curtem o seu tipo de história.
Os cinco livros da série sobre o filho de Poseidon venderam
mais de 10 milhões de cópias no mundo
mais de 10 milhões de cópias no mundo
Algo que pode facilitar muito a sua entrada em editoras é um
agente literário. Esse tipo de profissional, geralmente escritores já
consagrados, avalia o seu material e indica para as editoras com as quais ele tem
contato.
Existem muitas empresas que podem facilitar o lançamento de
autores desconhecidos. Editoras como a Panda Editorial, a Multifoco e a
Biblioteca 24 Horas são especializadas em autores desconhecidos. O Clube de Autores também pode te
ajudar. É como uma gráfica, só que seus serviços são um pouco mais baratos,
exatamente para facilitar a publicação de novos autores.
O Mesa do Editor
é um site muito importante para os novos autores. O site junta autores,
editores e agentes literários de vários lugares do mundo. Lá você pode subir o
seu livro e aguardar, pois o próprio site vai indicar todos os dias o seu
material para editores interessados em publicá-lo. No entanto, caso você
escolha a opção gratuita, sua obra será indicada assim como as outras, mas
apenas uma vez por dia.
A história da guerra entre homens e demônios em As Ruínas de Avalon
foi publicada a partir do site Mesa do Editor
Veja um vídeo explicativo do Mesa do Editor aqui.
Seguindo estas dicas você que é escritor pode evitar vários
contratempos na hora em que for tentar publicar o seu livro. Elas servem para
romances, não ficções, livros didáticos e acadêmicos. Você também visitar o site Escreva Seu Livro para ter acesso a mais dicas sobre como escrever e publicar sua obra. E não
desista! Um livro não publicado hoje é o aprendizado para a publicação de
amanhã! E não esqueça de nos contar nos comentários quando publicar a sua obra.
Quem sabe não sai uma crítica dela aqui no J4!
Bruno Quaresma























